Eu sou o Flávio Torrecillas. A Mesa de Empresários é um grupo fechado e confidencial, de 5 a 8 donos de negócio, que se encontra ao vivo uma vez por mês comigo, durante 6 meses.
Um lugar onde você pensa melhor porque deixa de pensar sozinho.
Você reparou que esta página não tem foto de cliente, nem depoimento, nem logo de quem já passou por aqui.
Tem motivo, e o motivo é o produto inteiro. Uma mesa que estampasse o rosto e o nome de cada empresário já estaria quebrando o sigilo que a torna possível. O vazio que você vê aqui é o primeiro sigilo que eu te ofereço. O que se diz na Mesa não vira post nem print. Fica na sala.
O mercado te vendeu o empresário inquebrável. Palco, métrica, frase de efeito. Aí o evento acaba, você entra no carro e volta pra casa com o peso do mesmo tamanho.
Eu atendo gente como você faz 15 anos, e as cenas se repetem tanto que eu já sei de cor.
O domingo em que você sai de casa com o iPad debaixo do braço, porque descanso virou uma coisa que você paga depois, com juros.
As 3 da manhã em que a sua cabeça resolve repassar a folha, o sócio, aquela contratação que você já sabe que errou.
E a frase que você solta quando alguém pergunta como você está: eu dou conta.
E você dá conta. Nunca foi essa a questão. A questão é que tudo passa por você. Quem pensa é você. Quem segura, corrige e decide também. A equipe está formada, o faturamento entra, e mesmo assim não existe um lugar onde você consegue abrir uma dúvida sem calcular a reação de quem ouve. Com funcionário, você modera. Com sócio, você mede. Em casa, você protege.
Me responde uma coisa: quantas decisões importantes da sua empresa foram tomadas às 3 da manhã, só você e o teto do quarto?
Você já tentou resolver isso, eu sei. Fez curso, e o curso te deu mais conteúdo e a mesma solidão. Contratou mentoria, e recebeu a resposta pronta de alguém que não carrega as suas consequências. Foi atrás de networking e ganhou palco. Só que palco pede personagem, e o personagem voltou pra casa tão sozinho quanto você.
Nada disso funcionou porque nada disso ataca a causa. A causa é pensar sozinho. Decisão grande tomada sozinho é que nem cortar o próprio cabelo: até dá, mas você só enxerga a frente, e o erro aparece justamente na parte que você não alcança. Você não precisa de mais inteligência. Precisa de um segundo par de olhos do seu nível.
O que estava embolado na sua cabeça vira uma questão com começo, meio e contorno.
Ninguém te aconselha nessa hora. Pergunta boa abre o seu pensamento antes que a opinião dos outros feche.
Você não recebe palpite. Recebe a experiência de quem pagou caro pra aprender aquilo.
E a decisão continua sua. Sempre.
Se você está se perguntando se isso é terapia: não é. É conversa estratégica e confidencial entre empresários, com a condução de quem passou 15 anos ouvindo bastidor. E mentoria também não é, porque eu não entro com resposta pronta.
Empresário maduro não precisa de mais um guru palestrando receita pronta para ensinar como crescer. Também não precisa de mais alguém ensinando como parecer forte. Isso ele já fez por tempo demais.
O que ele precisa é de uma mesa onde possa admitir, sem pose, o peso de já ter crescido.
Porque existe uma crueldade difícil de aceitar no crescimento: quase ninguém te conta o preço emocional de chegar lá. Quanto maior fica o negócio, menor costuma ficar o número de pessoas com quem você consegue falar de verdade.
Tem uma fase em que o empresário para de precisar de motivação e começa a precisar de um lugar seguro para não enlouquecer sozinho.
É nesse ponto que crescer deixa de ser apenas sobre faturar mais e passa a ser sobre não se perder enquanto luta pra sustentar tudo. Aqui você pode tirar a armadura sem perder autoridade.
Quanto mais a empresa cresce, mais raras ficam as conversas em que você não precisa traduzir tudo, justificar tudo ou parecer no controle.
A solidão do crescimento começa quando suas decisões ficam grandes demais para caber nas conversas comuns.
Isso não quer dizer que você fracassou, nem que as pessoas ao seu redor estejam erradas. Muitas vezes, é apenas o efeito silencioso de ter chegado a um lugar onde as decisões ficaram maiores, o peso ficou mais concentrado nas suas costas e ficou mais raro encontrar quem entenda, de fato, o que está em jogo.
Em que momento você percebeu que cresceu mais rápido do que a sua rede de apoio conseguia acompanhar, a ponto de saber que, se tentasse explicar, provavelmente simplificariam demais o problema?
Quero levar isso pra Mesa →Existe uma diferença enorme entre decidir sozinho e decidir no escuro.
O empresário continua sendo responsável pela escolha, mas não deveria precisar amadurecer decisões importantes sem pares, sem boas perguntas e sem um ambiente seguro para organizar o que realmente está em jogo.
Toda decisão importante cobra um lugar à altura dela. E o problema é que nem toda conversa suporta o tamanho do que você precisa decidir.
Tem assunto que você não leva para a equipe, porque a equipe também depende da sua estabilidade. Tem assunto que a família não entende, porque olha para o negócio de fora. Tem assunto que o sócio não escuta com neutralidade, porque muitas vezes também faz parte do problema.
E sobra o amigo, que tenta resolver em dois minutos aquilo que você está carregando há meses e te deixa mais sozinho ainda.
Quando nenhum lugar parece seguro, o empresário começa a chamar de prudência aquilo que, no fundo, já virou adiamento. A decisão fica parada dentro dele, não por falta de capacidade, mas por falta de uma conversa madura o bastante para sustentar o peso dela.
Você aprende a filtrar o que vai dizer porque entende que certas conversas custam caro quando caem no ouvido errado.
A decisão adiada muitas vezes nasce quando falta uma mesa onde o problema possa ser pensado antes de virar consequência.
Qual decisão você evita dividir porque já sabe que a maioria das pessoas transformaria um dilema complexo em conselho raso?
Quero levar isso pra Mesa →Quando tudo passa por você, a empresa até pode parecer mais segura. Mas, aos poucos, ela começa a funcionar às custas do seu corpo, da sua cabeça e da sua presença constante.
Cada decisão espera sua autorização. Cada problema procura sua mesa. Cada falha parece exigir sua intervenção. O cliente reclama, volta para você. A equipe trava, volta para você. O processo falha, volta para você.
Com o tempo, você deixa de liderar o negócio e começa a funcionar como o sistema que impede tudo de desmoronar.
E talvez esse seja o ponto mais difícil de admitir: você pode até pensar que as coisas continuam voltando para a sua mesa porque só você sabe resolver, mas no fundo é porque todos aprenderam que você vai resolver.
A centralização quase sempre começa como cuidado. Você tenta impedir que o erro dos outros vire prejuízo, conflito, retrabalho ou decepção. Só que, nesse processo, pode existir também uma parte do seu ego que se acostumou a ser indispensável.
O problema é que uma empresa que depende demais de você também começa a consumir demais de você.
É aí que responsabilidade e culpa se misturam. Responsabilidade é reconhecer o que precisa ser cuidado. Culpa é carregar cada falha como se ela provasse uma insuficiência sua.
Esse é o custo invisível de virar o centro emocional e operacional do próprio negócio: a empresa cresce, mas continua pequena na capacidade de funcionar sem você.
Que falha da empresa você continua carregando como culpa pessoal, mesmo sabendo que talvez ela revele ausência de processo, equipe ou limite?
Quero levar isso pra Mesa →Toda empresa que cresce exige uma reorganização de identidade.
Crescer não muda apenas o tamanho do negócio. Muda também o lugar que você ocupa no mundo.
E isso dói porque obriga você a abandonar identidades que um dia te protegeram. A pessoa que resolvia tudo de perto. A pessoa que dizia sim para não decepcionar as relações. A pessoa que explicava tudo para não ser mal interpretada. A pessoa que carregava mais do que aguentava carregar para continuar sendo vista como boa, leal ou necessária.
Só que a empresa cresceu! O peso mudou. O jogo mudou. As conversas mudaram. E talvez uma parte sua ainda esteja tentando vencer a fase atual com uma versão de si que foi criada para sobreviver à fase anterior.
Esse é um dos preços mais silenciosos do crescimento: o empresário deixa de ser apenas quem executa, resolve e sustenta tudo de perto. Ele precisa se tornar alguém capaz de perder familiaridade para ganhar estrutura, perder controle direto para construir processo, perder aprovação fácil para tomar decisões mais adultas. Você cresce, mas nem sempre se reconhece imediatamente no lugar que passou a ocupar.
Algumas relações não acompanham. Algumas conversas deixam de caber. Algumas pessoas só conseguiam se relacionar com a versão antiga de você. A versão mais disponível, mais explicável, mais acessível, mais parecida com o lugar de onde você veio.
E quando você muda de ritmo, de responsabilidade, de prioridade e de visão, nem todo mundo consegue acompanhar isso sem sentir perda.
Tem gente que vai interpretar sua mudança como distância. Tem gente que vai chamar sua maturidade de frieza. Tem gente que vai sentir sua evolução como abandono.
E, se você não tomar cuidado, começa a viver o próprio crescimento como se fosse uma traição.
Mas crescer não é trair quem ficou. Crescer é aceitar que algumas relações vão precisar encontrar uma nova forma de existir, porque você também encontrou uma nova forma de viver.
Uma parte sua ainda tenta administrar a empresa nova com os pactos emocionais da vida antiga. Quer crescer sem frustrar ninguém, amadurecer sem decepcionar, avançar sem deixar nada para trás.
Só que não existe crescimento real sem alguma despedida.
O luto de crescer aparece quando você percebe que não dá para levar todo mundo, toda versão sua e toda forma antiga de ser para o próximo nível.
Crescer exige despedidas. Algumas visíveis. Outras internas.
Que parte de você, da sua história ou das suas antigas lealdades ainda precisa morrer para que a empresa que você construiu não continue sendo administrada por uma versão sua que já não sustenta mais esse tamanho?
Quero levar isso pra Mesa →Um dos riscos mais perigosos do empresário é começar a acreditar que a própria experiência é suficiente para enxergar tudo.
Ela não é.
A sua experiência te trouxe até aqui, mas também criou vícios de leitura, defesas, atalhos, medos e certezas que talvez estejam estreitando sua visão.
Eu sei que parte sua sente que ela te torna incapaz. Mas na verdade ela torna você humano.
Toda decisão vista apenas de dentro começa a parecer definitiva demais, urgente demais ou pessoal demais.
É por isso que a inteligência dos pares importa.
Existe uma diferença enorme entre pedir conselho e ampliar repertório. Conselho qualquer pessoa dá. Experiência custa caro.
Sentar com outros empresários não é procurar alguém para decidir por você. É permitir que outras experiências revelem ângulos que sua própria história talvez não consiga mais produzir sozinha.
Você não precisa explicar o começo para ser levado a sério. Não precisa traduzir o peso da responsabilidade. Não precisa justificar por que uma decisão aparentemente simples pode carregar risco, dinheiro, equipe, família, reputação e futuro.
A experiência de outro empresário não deve virar cópia, manual ou receita. Mas pode revelar um ponto cego, mostrar um custo que você ainda não calculou, expor um risco que você normalizou ou iluminar uma consequência que sua cabeça, sozinha, estava evitando enxergar.
A inteligência dos pares começa quando você percebe que não precisa terceirizar a decisão para deixar de decidir sozinho.
A decisão continua sendo sua. Mas ela deixa de nascer apenas do seu cansaço, do seu medo, da sua pressa ou da sua bolha.
Que ponto cego talvez esteja sobrevivendo porque você tem pensado essa decisão apenas com a sua própria história?
Quero levar isso pra Mesa →Quando você para de carregar tudo sozinho, não é apenas a empresa que muda. Algo muda dentro da forma como você sustenta o crescimento.
A Mesa não existe para apagar o peso de crescer. Existe para mudar a forma como você se relaciona com ele.
O peso continua existindo. As decisões continuam difíceis. Os dilemas não desaparecem. Mas você começa a perceber que não precisa transformar cada escolha em uma prova solitária de força.
O próximo passo deixa de nascer só da urgência, do medo, do cansaço ou da tentativa de provar que dá conta de tudo. Ele começa a nascer de um lugar mais claro, mais sustentado e menos solitário.
Ao longo da Mesa, talvez você tenha entendido que algumas decisões ficavam mais pesadas porque eram pensadas no escuro. Que alguns problemas pareciam maiores porque estavam trancados dentro de você. Que algumas certezas eram defesas. Que algumas urgências eram medo disfarçado de estratégia. Que algumas dúvidas precisavam de pares, não de pressa.
Clareza não é terminar um ciclo com todas as respostas. Clareza é sair com uma relação mais madura com as próprias perguntas.
É olhar para a empresa, para as decisões, para os riscos, para os limites e para si mesmo com menos ruído interno. É perceber o que amadureceu em você enquanto tentava organizar o que estava fora.
E quando um empresário aprende a pensar acompanhado, dificilmente volta a achar normal decidir tudo sozinho.
O fim de um ciclo não precisa ser encerramento. Pode ser o começo de uma nova forma de sustentar o crescimento.
Porque a empresa continua. As decisões continuam. Os dilemas continuam. Mas talvez você já não precise continuar sendo o mesmo empresário que chegou aqui carregando tudo em silêncio.
Que tipo de empresário você se tornou quando deixou de carregar tudo sozinho, e que próximo ciclo da sua empresa já pede uma versão sua ainda mais madura?
Quero levar isso pra Mesa →Toque em cada mês + pra abrir o que acontece na sala.
Eu te mando uma provocação em vídeo de 5 a 12 minutos e um guia de reflexão de uma página, pra você chegar com o pensamento já em movimento.
Um encontro por mês, ao vivo, de 90 a 120 minutos, no Google Meet. É onde a Mesa acontece de verdade.
Eu te devolvo uma síntese com os padrões e as perguntas que ficaram na mesa. Entre um encontro e outro, a gente se fala no grupo fechado do WhatsApp.
Você recebe o Módulo 00: cinco vídeos curtos pra aproveitar a Mesa desde o primeiro dia.
O que se fala na Mesa fica na Mesa.
Antes do primeiro encontro, todo mundo assina termo de sigilo, eu incluso. São 5 a 8 cadeiras, e a curadoria barra concorrente direto. E se você preferir não abrir um tema, ninguém vai te forçar.
"Eu não entro para ensinar o empresário a gerir a empresa. Eu entro para conduzir a conversa que ele não consegue ter com quase ninguém." Flávio Torrecillas · Psicólogo da Marretada
Uma empresária, cansada de não achar gente do nível dela pra pensar junto, me procurou dizendo que ia criar esse grupo, e que queria que eu sentasse na cabeceira.
Eu aceitei esse pedido do mesmo jeito que aceitei o apelido de Psicólogo da Marretada: os dois vieram de fora. Nenhum dos dois eu inventei pra vender.
A demanda por essa conversa já existia antes de existir oferta. A Mesa é resposta a um pedido, não um produto que eu precisei convencer alguém a querer.
Eu passei 15 anos do lado de dentro do sigilo. Mais de 30 mil atendimentos. Fui Psicólogo Destaque de MG em 2013, 2014 e 2015, o mais jovem premiado em quase 20 anos do evento, e fiquei dez anos seguidos como profissional 5 estrelas na Doctoralia. O apelido, Psicólogo da Marretada, quem me deu foram os pacientes. Marketing nenhum inventaria isso.
E tem a minha segunda cadeira. Eu nunca quis ter clínica. Comecei ganhando R$ 9,50 por atendimento, a agenda estourou, e a empresa nasceu pra proteger quem chegava pelo meu nome. Assinei a estrutura física em 19 de março de 2020, o dia em que o comércio de Belo Horizonte fechou. Errei contratação. Já respondi 500 mensagens sozinho num fim de semana. Esse peso eu conheço pelos dois lados: o de quem ouve e o de quem carrega.
E tem uma coisa que eu conheço na pele: o preço de se avaliar sozinho. Passei anos me medindo pela minha maior dificuldade em vez da minha maior capacidade, e levei 15 anos pra corrigir esse diagnóstico de mim mesmo. É o mesmo erro que você comete quando confunde a solidão de quem cresceu com defeito seu.
Eu não sou guru de negócio. Minha autoridade vem de outro lugar.
Eu trabalho com o que decide de verdade por trás de cada escolha: medo, culpa, controle, ego, família, vergonha, solidão.
Já ouvi o bastidor que ninguém conta no palco, no story, no evento nem na reunião de equipe. São mais de 30 mil atendimentos em 15 anos de clínica, e uns 10 anos como empresário.
E sei impedir que o encontro vire palestra, terapia, conselho raso, competição de ego ou networking vazio.
Essa é a turma fundadora. Você não vai ler depoimento nenhum nesta página, porque ainda não existe, e porque eu não invento.
Você participa do primeiro encontro ao vivo. Se sair de lá achando que a Mesa não é pra você, me avisa em até 7 dias, eu devolvo integralmente o valor da compra e a sua cadeira vai pra lista de candidatos aprovados.
É isso, sem asterisco.
Quanto te custou a última decisão grande que você tomou sozinho? Uma contratação errada, uma sociedade mal desenhada, uma expansão na hora errada. Decisão mal pensada custa caro, e costuma cobrar num lugar que não aparece no boleto.
Valor de turma fundadora · a partir da próxima turma, eu reajusto
São 5 a 8 cadeiras, preenchidas por seleção. E esse limite é de propósito: com mais gente na sala, a conversa que eu estou te prometendo deixa de caber nela.
Quem lê a sua candidatura sou eu. Não é uma equipe, não é um formulário que some numa caixa de entrada.
Se o que você procura é resposta pronta ou palco, a Mesa vai te frustrar. Melhor a gente descobrir isso aqui do que lá dentro. Agora, se você é o eixo de uma operação em crescimento e faz tempo que pensa sozinho, essa cadeira existe pra você.
O caminho é curto: você preenche o formulário aqui embaixo, a gente conversa individualmente e, se fizer sentido dos dois lados, você assina o termo de sigilo e senta. A data do primeiro encontro eu combino com a turma aprovada. Privilégio de quem funda: a agenda se ajusta a quem sentou primeiro.